
Em 1948 a Dell Comics lançou uma revista (não foi a primeira) com o personagem, que já era muito famoso nas tiras. Essa série durou 131 números e só parou de ser publicada em 1962.
Na maior parte das edições o desenho era de Jesse Marsh. Outro destaque eram as capas fotográficas com Lex Barker interpretando o Tarzan.

A Gold Key tinha a prática de publicar capas pintadas, que hoje tem um aspecto bem pulp, a maior parte delas de autoria de George Wilson.
Jesse Marsh ainda era o desenhista regular, mas o ótimo Russ Manning já começava a aparecer em histórias backups, do Tarzan, Korak (O Filho de Tarzan) e Brothers of The Spear (que não me recordo se foi publicado no Brasil).

Nesta fase o destaque absoluto é Joe Kubert, que desenhou algumas das melhores histórias do personagem (muitas delas saíram aqui pela Ebal).
Mas, além dele, passaram pela revista Burne Hogarth, Gray Morrow, José-Luis Garcia López, Alex Niño e até Carmine Infantino.
Como se não bastasse, a revista também republicou como backup, muitas das tiras de Hal Foster com o personagem.
A revista variou bastante na periodicidade e no número de páginas: começou mensal com 48 páginas, passou para 32 e chegou a ter 96 páginas bimestrais.

Na "Casa das Idéias", Tarzan mudou a numeração e começou do 1 mesmo. Nesta fase quem desenhou o personagem foi John Buscema. A revista durou apenas 29 edições.
Depois disso, o personagem pipocou em diversas editoras como Malibu, Dark Horse e outras, e tirando uma exceção ou outra, sem grandes momentos de brilho.
Uma das que mais gosto deste período nebuloso é uma minissérie de três partes de 1992, da Malibu, Tarzan: Love, Lies and the Lost City, produzida pela Semic, com arte pintada de Peter Snejbjerg e Teddy Kristiansen. Dava gosto de ler.

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