22 outubro 2008

Sem coluna nova hoje, mas com uma bela matéria

Você certamente já percebeu que hoje não atualizamos nenhuma coluna. "Ué, não ia ser semanal?", alguém pode indagar. Sim, mas desta vez optamos por colocar a matéria Admirável Mundo Nerd, do Ramone.

Na verdade, a idéia do artigo nasceu para ser a estréia do Ramone como colunista, mas aí ele foi se empolgando, entrevistando leitores e encorpando tanto o conteúdo, que o texto se tornou uma interessante matéria.

Mas não é por isso que você vai deixar de dizer o que achou aqui no Blog do UHQ. E aí? Curtiu? É colecionador inveterado? Poste suas opiniões.

Semana que vem voltamos à programação normal das colunas.

28 comentários:

Israel Junior disse...

A matéria está perfeita. Está muito boa mesmo.

Amalio Damas disse...

Excelente matéria! Eu já passei por todas as fazes mencionadas. Já sofri preconceito e fui menosprezado, já fui fanático, já fui colecioador compulsivo, virei leitor habitual e hoje nem sei quem sou mais. Já cheguei a ter 8.000 gibis, mas um belo dia, olhando pra minha coleção, me fiz a seguinte pergunta "De tudo isso o que você lerá novamente e várias vezes?". Desse dia em diante comecei a me desfazer da minha coleção, obviamente comecei pela saga do clone. Quando as edições definitivas e maiores clásicos começaram a ser lançados, aí é que eu me livrei de tudo. Este ano fiquei desempregado, aí virou uma festa, foi quase tudo. Outro fator, foi o crescente desinteresse pelos super-heróis e o formato das revistas mix, que gradualmente fui abandonando. Atualmente, devo ter umas duzentas revistas. Mas ainda tenho algumas para vender? Quer comprar?

Anônimo disse...

Oi, Ramone. a matéria ficou duca! Fica a dica para uma outra futura matéria: pesquisar os fanboys que se escondem nas grandes periferias, mostrando que HQ não é coisa só de classe média, e que muitos jovens trabalhadores tem que economizar, e muito, pra comprar algumas revistas (e ainda sofrem por aquelas que não podem pagar...). Valeu mesmo.
Daniel oliveira (citado na matéria, hoje o grande sonho de Daniel é que nasça um leitor nato em sua família para herdar seus 9.000 quadrinhos)

Guilherme Veneziani disse...

A matéria está ótima! São tantos pontos interessantes a comentar que o espaço aqui fica pequeno.

O primeiro, e acho que mais importante, é o destaque ao fato de que colecionar quadrinhos é saudável, desde que isso não seja uma obsessão. O difícil é não deixar isso chegar a ser um vício. O gosto por um personagem, e a política de continuidade das “majors”, estimula por demais isso. Acho bem difícil não se deixar seduzir, pelo menos por um tempo, ou seja, até pelo menos a descoberta de que quadrinhos não são só super-heróis, ou personagens infantis.

O segundo ponto que me chamou atenção se refere ao fanatismo de fanboys. Na verdade, isso é uma constatação de uma situação encontrada em qualquer meio em que há o fanatismo, seja o futebol, religião ou política. Não é por nada, mas, sei lá, nunca passou pela minha cabeça discutir com alguém quem é mais forte, Hulk ou Superman? É mais ou menos como discutir quem é o melhor time do mundo... Poxa vida, é óbvio que é o Corinthians!!! (não é Sidão?) rs.

Enfim, acho que quem acompanha o UHQ já viu, isoladamente, a discussão sobre todos esses pontos, mas o destaque vai pra matéria mesmo que uniu tudo isso de uma forma bem bacana. Parabéns!

Anônimo disse...

A matéria é boa, mas acho que não é só o pessoal que curte super-herói que demonstra fanatismo. Há muito marmanjo fanático por mangá. No último Fest Comix tinha barbudo vestido de mulher (Sailor moon, acho). Uma vergonha.
E aquele sujeito que disse que "quadrinho eurupeu" é superior aos outros estilos também carece de um estudo psicológico, imagino, devido a sua arrogância na forma que fez o comentário. Enfim, é tudo louco, inclusive quem escreveu a matéria. hahaha

Victor disse...

O Ramone simplesmente superou as expectativas. Mais uma mostra do grau de profissionalismo da abordagem que o UHQ tem feito, no decorrer de anos, sobre a nona arte. Ele conseguiu capturar o essencial de vários depoimentos, e elaborar um artigo objetivo, imparcial, sobre o tema, que, como dito, resulta em várias linhas de abordagem, todas muito bem alinhavadas.

Creio ser particularmente interessante o depoimento do sociólogo César Coutinho, que serve para separar o joio do trigo: "O colecionador não costuma ter senso crítico sobre o objeto da coleção. Afinal, precisa adquirir tudo relacionado ao tema. Com isso, o consumismo será inevitável e a manipulação pela indústria será fácil sobre ele." Felizmente, vejo muita gente livrando-se desse paradigma. Nos EUA, como é 100% certo que os arcos das principais revistas serão republicados na forma de encardenados, há muitos leitores que simplesmente esperam sair críticas e resenhas sobre as obras antes de decidir o que irão comprar ou não. Mesmo aqui no Brasil, é quase certo que os arcos mais aclamados sejam republicados dessa forma, mesmo que leve um tempo. Pessoalmente, já há quatro anos parei de comprar revistas 'mix', e tenho sido muito seletivo com minhas aquisições desde então, dando preferência para compilações e encadernados. E só compro algo após ter lido um punhado de resenhas aqui e no exterior.

Outro aspecto que a análise de Coutinho deixa antever é que a condição de 'colecionador viciado' não é algo inofensivo, que diga respeito apenas ao tal 'fanboy': na verdade, a indústria se aproveita muito dessa situação, e por isso o mercado editorial é, em parte, guiado pelas preferências desse perfil assumido por grande parte dos leitores. Para aumentar as vendas, as editoras criam histórias oportunistas (como muitas daquelas onde heróis morrem, ou o universo fictício é reformulado) e criam mega-crossovers com dezenas de tie-ins e tie-outs. Assim, mesmo aqueles leitores de quadrinhos que não se enquadram naquele perfil acabam sendo prejudicados (vide, por exemplo, as críticas feitas por Codespoti, há alguns meses, sobre histórias dos Vingadores em que não há participação do grupo, mas são protagonizadas por Nicky Fury, o que frusta o leitor que, se comprou uma revista dos Vingadores, é porque obviamente quer ler histórias... dos Vingadores!).

Anônimo disse...

muito boa a materia. eu particularmente abomino qualquer forma de fanatismo, que abviamente nao se restringe as hqs.

Fábio Pavão disse...

Uma excelente matéria sobre uma grande paixão de muitas pessoas por todo o globo.

Muitos vêem as HQs como coisas de crianças, coisa que infelizmente pode se dizer de algumas HQs lançadas pelo mundo, mas em sua imensa maioria são focadas em um publico jovem/adulto que vê nisso uma grande forma de arte, assim como cinema, teatro e outros.

Foi muito bom ler uma matéria como essa, eu parabenizo o escritor por esse excelente trabalho.

Carlos Ferreira disse...

Ótimo o texto. Quero mais!

Rafael disse...

Cada vez mais me surpreendo com o pessoal do UHQ. As colunas opinativas já estavam elevando (e bastante) o nivel dos leitores do site e do Blog. Mas essa matéria do Ramone vai muito além do esperado! Entrevistado pessoas o nosso amigo rompeu a barreira do "opinismo" e deu credibilidade à um assunto pra lá de delicado.
Parabens à Marcus Ramone e a toda equipe do UHQ por seus textos e colunas e materias e afins.

Em tempo: Não gasto mais do que 100 pilas por mês em HQs e nunca compro itens ou utensilios com motivos "superheroiescos". Por isso me considero um colecionador, e não um fã. Entretanto mês passado mandei fazer uma estante que me custou mais de 3 Barões, apenas para abrigar a minha coleção. Meus amigos, quando viram o móvel e souberam da história, afastaram-se de mim. :)

Renato Rosário disse...

A matéria é espetacular!

Inclusive, se a pesquisa fosse estendida a mais pessoas, poderia ser feita uma dissertação a partir dela.

Eu tenho 33 anos, e já passei por várias fases, como a maioria, e vejo preconceitos até hoje, principalmente porque vivo em cidade interiorana de Minas. Quando eu morava no Rio de Janeiro o preconceito parecia ser muito menor.

Recentemente, abandonei revistas "mix" (como o pessoal chama). Larguei Homem-Aranha, Marvel Max e Marvel Action, restringindo apenas à revista Novos Vingadores, por causa da fase do Brubaker em Capitão América. E também tenho alguns bonecos (poucos) em cima da prateleira, que também já foi um pouco esvaziada por diversos quadrinhos doados ano após ano.

Espero que a matéria renda ainda outras matérias, ou quem sabe a dissertação que sugeri.

Abraços a todos, e continuemos com o hábito nerd de maneira saudável!!!

Jáder, O Pitoresco disse...

Gostei muito dessa materia (parabéns, Ramone) não só pela riqueza de pontos expostos como pelos "panos pra manga" que acabou rendendo.

Inclusive, gostei do comentario do Amalio Damas. Essa perguntinha magica ("dessas revistas, quais eu vou com certeza reler futuramente?") acaba ajudando muito àquelas pessos que tem que se desfazer de parte da coleção ou quer apenas aliviar espaço trocando quantidade por qualidade.

Mas Amalio, a dúvida maior que me pega nessas horas é: Qual É A Melhor Hora Para Me Desfazer De Parte De Minha Coleção? Pois é muito chato quando a gente se desfaz de alguns gibis que acreditamos já valer uma boa grana e o único filho da p*** disposto a pagar (geralmente o cara do sebo) só quer dar 1 real por cada um ou menos @#@¨$&%%¨@#$#%$*

Naturalmente o melhor é esperar o tempo certo. Mas esperar quanto?

José Ronaldo disse...

Ramone, a matéria, realmente, é fabulosa! De fato, sempre ouve preconceito contra os leitores de quadrinhos (e faço parte da estatística das vítimas). Porém, como o século XXI (ao menos, essa primeira década) está sendo marcado pelas incessantes adaptações de HQ, as pessoas (tanto leitores ou não) voltaram a dar importância aos super-heróis. O mercado de HQ's realmente nunca mais foi o mesmo (e é tanto gibi que você realmente fica louco em querer comprar, mas a grana não dá). Mas ainda hoje, há preconceito sim contra os aficionados por HQ's (na universidade em que estudo - um local em que o conhecimento deveria ser democrático - existem certos "intelectuais" que ainda torcem o nariz para os quadrinhos). No fim, você realmente abordou várias questões contundentes sobre o universo dos leitores de quadrinhos (o fascínio, a compulsão, as relações sociais, o isolamento por parte do preconceito) e isso foi bastante rico. Parabéns!

Amalio Damas disse...

Olha Jader, primeiro quero deixar claro que esta foi uma opção pessoale que NÃO dá retorno financeiro. Você tem que conservar e a palara correta é essa mesmo. Não basta guardar, tem que conservar. Você tem que conservar no mínimo trinta anos e rezar. Revistas que tem um certo valor são as da Ebal, os formatinhos da Abril perderam muito o valor com as reedições em formato americano. É mais ou menos como o mercado de ações, você tem que esperar a alta para vender e a baixa para comprar. Ano que vem será lançada a edição Absolute de Watchmen. O cara que tem grana vai comprar essa ou a edição usada de alguém. Só se for pelo valor sentimental. Se você está pensando em ganhar dinheiro, esqueça. Todo mundo vai quere pagar uma miséria, inclusive os fanboys. O melhor é guardar para uma valorização futura, porque hoje, sendo muuuuito sincero, é apenas um amontoado de papel com tinta. Sim, eu adoro o programa provocações.

Jackson Good disse...

Excelente matéria. Não sei em que "fase" me encaixo, costumo dizer que sou fanboy, mas nunca comprei produtos relacionados a quadrinhos (exceto um copo do Batman no Burger King), hehehe. Só coleciono as revistas mesmo, e isso é uma religião: as que eu gosto eu compro todos os meses. Mas isso de produtos ultra caros, nunca tive o interesse, nem teria caso a grana permitisse. Coleciono super heróis e Bonelli, até tenho interesse em outros gêneros de hq, mas não tenho condições financeiras.

Nunca sofri preconceito, tirando minha mãe, que até hoje sonha que eu vou enjoar e parar. Os outros só me acham meio maluco, no máximo, heheheheh. O problema é que quem não faz parte desse mundo, tem como noção do que é hq, a Turma da Mõnica. Aí é inegavelmente infantil (aliás, nunca gostei de quadrinhos infantis, nem quando era criança). Meu gênero sempre foi super heróis, que muitos enxergam com infantil também. Décadas atrás eles até teriam razão, mas hoje estão equivocadíssimos. Acho que aí entra a tal arrogância dos fanboys, citada na matéria. Não nego que as vezes tenho muito pouca tolerância com os leigos na área. Mas só quando ELES são arrogantes primeiro, falando sem saber, e achando que são donos da verdade. Esse tipo de gente irrita em qualquer ocasião, não apenas quando se trata de quadrinhos.

Enfim, bela matéria, parabéns.

Marcelo Fontana disse...

Ótima matéria.
Vcs não acham que Marvel e DC focam suas vendas justamente fomentando esse lado viciante de suas HQ´s? Meu exemplo: leio X-Men desde muito guri e em determinado momento já fui um PHd em cronologia mutante. Morei um tempo fora do Brasil e fiquei 1 ano sem comprar nada. Daí quando eu cheguei e fui recomeçar a ler, vi que tinha uma série de bobagenzinhas que fez ter a compulsão de ir comprar absolutamente tudo que tinha saído durante esse período, apesar de que eu sabia que o conteúdo era fraco. Me segurei e não fiz essa bobagem. E perdi o vício também. E a Marvel perdeu um consumidor de qualquer bobagem.

Yuri disse...

Ótima matéria. Me vi nas diversas "fases" analisadas. Quando ainda era uma criança, comprava HQs simplesmente por causa das personagens. Com o tempo, percebi que as histórias não nasciam sozinhas: alguém escrevia e desenhava. Tenho 28 anos, sou bibliotecário e, se antes era um colecionador (acompanhava uma personagem, independentemente da qualidade do que era publicado) e lia basicamente quadrinhos, hoje me considero um leitor, inclusive de quadrinhos (que ainda é minha grande paixão). Posso dizer que as revistas que tenho hoje, continuam comigo por razões específicas: qualidade da história, qualidade do desenho, prazer em (re)ler, ou por algum saudosismo que impede que eu me desfaça delas. E ainda hoje é comum que, ao reavaliar minhas revistas, me pego perguntando como eu fui capaz de gostar do que tenho em mãos. Histórias em quadrinhos são coisas de criança apenas quando permanecemos crianças.

Darby disse...

Bela matéria!

Fiz questão de ler para minha esposa!

Comecei a ler em minha infância: Turma da Mônica, Zé Carioca, Cascão. Depois houve um hiato e na adolescência passei a colecionar mangás: Dragon Ball, Samurai X, Video Girl Ai e Vagabond. Consumia bastante anime também. À medida que fui ficando mais velho, constatei que assistia muita porcaria. Aos 23, passei a comprar comics também, sobretudo Batman.

Ainda gostaria de colecionar Vagabond, mas infelizmente a Conrad me fez o favor de cancelar o formato Standart e demorarei um pouco para adquirir a versão de Luxo.

Quanto aos comics, faço como Victor, leio dúzias de Reviews e compro os Tpb's, não suporto os mixes.

Abraços!!

Victor disse...

Jader, "o Pitoresco" (genial a alcunha!), o que eu tenho feito é dar minhas revistas. Depois de muita procura, encontrei um garoto que gosta de heróis. Na verdade, é um 'proto-fanboy': quando dei a ele umas histórias antigas dos Novos Titãs, ele ficou indignado, porque as histórias eram totalmente diferentes daquelas do desenho animado dos Titãs ("Tá tudo errado aqui!", ele ingenuamente disse, apontando para a revista). E tem mais: um dia desses, dei a ele aquela história da LJA pintada por Alex Ross, e ele disse que a revista merecia ser "colocada num altar", porque era "a maior obra do mundo!". Bem se vê que essa "praga" que somos nós, pode um dia acabar, mas volta e meia surge um novo "espécime". Então aos poucos vou presenteando ele com minhas revistas (aos poucos, para ele valorizar). Abraço!

Amalio Damas disse...

Cara que coincidência, dá uma olhada no programa Hq e cia do UOL http://tvuol.uol.com.br/#view/id=hq-e-cia-fala-sobre-quadrinhos-raros-04023064C8912326/user=b3i42civ52xb/date=2008-10-22&&list/type=all/name=Todos%20os%20v%EDdeos/edFilter=editorial/sort=mostRecent/ eles estão falando exatamento sobre HQ´s raras. O victor deu uma boa idéia também.

Marcus Ramone disse...

Pessoal, fico grato pelas gentis palavras.

No fundo, também me conheci (nos aspectos positivos e negativos) ao escrever essa matéria. Foi uma bela experiência. :-)

Sérgio Coutinho disse...

Prezado Marcus Ramone, foi uma grande felicidade poder colaborar com um artigo tão bem escrito. Você está de parabéns. Excelente matéria.
Agradeço ao Universo HQ e a você pelo convite aberto no blog aos leitores colaborarem, o que resultou numa experiência tão rica para todos que enviamos nossas impressões.

Victor, muito obrigado pelos teus comentários (mas é Sérgio,não César).

Estarei sempre à disposição para fazer parte do blog e do site. Abraço fraterno a todos.

Em tempo, penso em alternar os chaveiros de brinde da DC na chave do carro, por hora também uso o do Super-homem (sou desse tempo, não do Superman).

Milena Azevedo disse...

Acabei de ler a matéria e não poderia deixar de vir aqui e parabenizar o Ramone. Assim como muitos que leram, identificaram-se, comigo não foi diferente. Colecionar algo que lhe dá prazer e encontrar pessoas que nutrem o mesmo gosto e começar a trocar informações é muito bom. Agora que estou somente com a loja virtual (GHQ), sinto saudades das conversas animadas no balcão (umas, de tão empolgadas, duravam horas); é claro que às vezes aparecia um expert em determinado herói, aí, sai de baixo... Quanto ao preconceito, ele ainda existe, mas aos poucos, e com informação clara sobre o processo neurolinguístico, semiótico, instrutivo de se ler uma HQ, a gente vai mostrando às pessoas o quão saudável é fazê-lo.

Giu Alonso disse...

Pouco tempo atrás fui refazer minha assinatura da Mônica e ouvi o mesmo comentário... "É para a senhora ou para sua filha?" "Não, não, é para mim mesma."

Carlos "EJT" Vázquez disse...

Ótima matéria, Ramone! Até mandei pra minha namorada psicologa, hehehehehe!

Josias Ortega disse...

Ramone, excelente matéria!

Me senti retratado, em alguns momentos, se bem que sou um nerd mais light, não tão excêntrico e nem um pouco introvertido (curto interagir com os outros, mesmo os que não sabem o nome kriptoniano do Superman, por exemplo... rsrsrs)!

Continue brindando-nos com mais artigos dessa qualidade, ok?

Abraços.

Josias

Marco Amorim disse...

Otima reportagem. Quisera que houvesse mais matérias assim no mundo dos quadrinhos. Estariamos mais bem representados.

Pio disse...

Concordo com os elogios sobre a reportagem. Bons depoimentos de fan boys, apontamentos interessantes de sociólogos e psicólogos.
Sou um leitor de quadrinhos meio solitário. Leio, compro os títulos que me interessam. Nada obsessivo. Dificilmente gasto dinheiro com materiais de supers além dos gibis. Como sei que é uma parcela muito pequena, em proporção, da população que conhece e gosta, não fico colocando esse hábito na pauta de minhas conversas. Quando encontro um amigo que descubro gostar também - legal...bons e poucos minutos sobre traços, roteiros e boas fases das hq. Fico nisso.
Agora, forçar namorada a ler, comprar um radio só por que tem o simbolo do batman, ou pagar 200 paus numa action figure...aí já acho um pouco demais.
Meus amigos, há tanta coisa lá fora...