24 junho 2007

Batman e Robin

Por piores que estejam as fases dos gibis Batman e Homem-Aranha, continuo fiel a eles pelo simples fato de que sou fã incondicional desses super-heróis. São, disparados, meus preferidos (Super-Homem segue logo depois, e Fantasma é hour-concours, pra mim).

As histórias do Cabeça-de-Teia andam mal das pernas, bem piores do que as do Cavaleiro das Trevas, e quanto a isso eu já lavei as mãos, não espero mais nada de bom.

Já o Morcegão, pelo menos nesse "recomeço" da DC, que a Panini publicou em Batman # 54 e # 55, parece que vai engrenar de novo. Tomara!

Achei muito legal a retomada da parceria efetiva entre ele e Robin. Há muito tempo (posso dizer décadas?), desde a... hã... "morte" de Jason Todd, não se vê os dois fazendo uma dupla na verdadeira acepção da palavra usada em uma HQ de super-heróis. Depois disso, no máximo, uma ou outra ajudinha do "passarinho", quase sempre com os demais vigilantes de Gotham City disputando uma vaga na Dupla Dinâmica.

O lado paternal que Batman dispensava a Dick Grayson e Todd parece que agora está direcionado a Tim Drake. O fato de o Robin ter se tornado órfão há pouco tempo ajudou bastante. Seria esse o motivo de a DC eliminar o pai do Menino-Prodígio?

A imagem ao lado, retirada da minissérie Crise de Identidade, mostrando o garoto sendo abraçado pelo Batman depois de ver seu pai morto, pra mim é deveras emblemática. Forte. Chocante. E, na minha humilde opinião, um marco, o começo da volta de Batman E Robin.

Vê-los o tempo todo juntos, socando vilões, andando de batmóvel e fazendo jus ao nome de uma dupla que por gerações faz parte da cultura popular, é demais pra este meu veterano coração de nerd batmaníaco.

Como não acompanho o que está acontecendo no momento nas histórias gringas, pois não gosto de estragar a surpresa quando os gibis que coleciono chegam às bancas brasileiras, não sei se por lá a DC já pôs areia nas minhas expectativas.

Enquanto isso, vou ficar curtindo esta fase. Tratando-se de quadrinhos de super-heróis, é algo que passa rápido. Mas vai valer a pena...

Ah, em tempo: que uniforme duca o Robin tem agora! Sinistrão!

11 comentários:

DJ disse...

Concordo plenamente, é sempre bom ver a dupla dinâmica efetivamente em ação. Mas esse uniforme novo do Robin...

Marcus Ramone disse...

DJ, em minha opinião, esse uniforme é mais condizente com o conceito do Cavaleiro das Trevas. Aquela roupa colorida demais era muito carnavalesca.
Pr amim, oRobintemque assustar tanto quanto o Batman, com as devidas proporções, claro.
Só esse detalhe da capa com pontas, como a do Morcegão, já deu um toque mais sinistro ao personagem, ao meu ver.
Aliás, o próprio Robin parece estar mais duro, mais amargo...
Pra estar ao lado do Batman, tem mais é que ser assim, mesmo. :o)

Amalio disse...

Tinha abandonado o Batman depois da saga Bruce Wayne: Fugitivo, mas confesso que me senti impelido a comprar esta fase 1 ano depois e também não me arrependi, está muito boa, tanto nos roteiros, quando nos desenhos do Don Kramer, que é um cara que a galera não comenta muito, mas que desenha muito bem, gostei muito da fase dele na SJA.

Thiago Augusto disse...

Marcus, estou nessa com você. o Morcegão e o Spidey são meus favoritos e estou com eles na alegria e na tristeza.

O Batman realmente parece que vai engrenar no Um Ano Depois, além da historia principal da revista, curti muito a história do passado do pai do Bruce.

Já o Peter não tenho muito o que falar. Ao menos se as histórias são ruins, o bom humor do garoto continua igual. Me divirto com as piadinhas dele. Ao menos isso os roteirista ainda não estragaram.

Ah, eh, o uniforme do Robin, achei bem melhor também, assim como curti o novo Robin, como vc mesmo disse, amargo.

[]s

PabloWD, o Nerd. disse...

Marcus, você falou tudo. Sempre foi bom ver o Batman e o Robin juntos, e este retorno é condizente a essa tradição. O Morcegão sozinho só para minis que abordem seus primeiros anos como Cavaleiro das Trevas e aventuras esparsas bem justificadas.

E também concordo com você quanto ao uniforme: muito legal.

Ricardo disse...

O problema de se comprar a revista de um personagem, independente da qualidade, é que está se prestigiando essa fase ruim.

Daí depois não adianta reclamar que "há tempos que fulano não tem uma boa história", pois se nego compra qualquer coisa, dê qualquer coisa a ele.

Abraços.

Marcus Ramone disse...

Ricardo, é como eu disse em outro post: nerd viciado é fogo. E eu me incluo nessa. :o(

Breno disse...

É, como o Thiago falou, acabamos criando esse casamento com os heróis, estando com eles na alegria ou na tristeza. Se bem que estamos mais pra dependentes que para "esposos". Problema pra ser resolvido em clínica de desintoxicação.

Leandro Robles disse...

Comparado �quele shortinho gay, deixando as pernocas de fora,( http://images.amazon.com/images/P/1563898055.01._SCLZZZZZZZ_.jpg ) qualquer uniforme do Robin � sinistro.

André Freitas disse...

Olá, sei que aqui não é o melhor lugar para isso, mas tentei mandar por e-mail e voltou... o expediente do Front 18 na notícia "Lançamentos da Via Lettera na Fest Comix" está errado. Aqueles foram os participantes da edição passada.
Segue o expediente correto:

Conselho editorial: Mário César, Daniel Esteves, Bira Dantas, André Freitas, Sidnei Akiyoshi e Júlio Brilha
Capa: Aloísio Castro e Alexandre Montadon
Ilustração de Ídice: Fernando Real
Publicação: Via Lettera Editora e Livraria
Editora: Mônica Seincman
Design gráfico: Mário César
Organizador da edição: Mário César e Júlio Brilha
Colaboram nessa edição: Al Stefano, Alexandre Montandon, Aloísio Castro, André Freitas, Bira Dantas, Caio Majado, Daniel Esteves, Felipe Cunha, Fernando Real, Gilmar Fraga, hugo, Hugo Araújo, Júlio Brilha, Júlio César, Leandro Dóro, Pedro Cirne, Mário Cau, Mário César, Minêu, Nelson Cosentino, Rebs, Sandro Castelli, Wanderson de Souza.

Maiores dúvidas
http://www.front.art.br/

Grato

Marcelo Naranjo disse...

Valeu, André.
As informações que constavam eram da própria editora.
Abraços!