30 setembro 2011

Melhores e piores de setembro

Faltando somente três meses para o final de 2011, é hora de saber o que de melhor e pior a equipe do Universo HQ leu em setembro. Desta vez, Ronaldo Barata e Zé Oliboni não participam.

O mais votado do mês foi Preacher - Álamo, que conta o final da saga do pastor Jesse Custer.

Vale lembrar: as opiniões são pessoais e não precisam ser sobre um lançamento do mês.

Não há limite para as indicações dos melhores, que não são listados necessariamente em ordem de preferência; e nem pros piores.

Sidney Gusman

Melhores: Birds (independente);
Preacher - Álamo (Panini);
Daytripper (Panini);
Combate inglório (Gal);
Saino a percurá - Ôtra vez (Zarabatana);
Basilisk # 2 (Panini);
Gen - Pés descalços - Volume 2 (Conrad);
Um sábado qualquer... (Devir);
Sete histórias de pescaria do seu Vivinho (Abacatte);
Necronauta - O almanaque dos mortos (Zarabatana).

Pior: Hidroceles (Balão Editorial).

Sérgio Codespoti

Melhores: Portugal(Dupuis/Aire Libre);
3" (Delcourt).

Pior: Hawk and Dove # 1 (DC Comics).

Marcelo Naranjo

Melhores: Encruzilhada (Leya/Barba Negra);
MSP Novos 50 - Mauricio de Sousa por 50 Novos Artistas (Panini);
Odd e os Gigantes de Gelo (Rocco);
Preacher - Álamo (Panini).

Pior: nenhum.

Marcus Ramone

Melhores: Homem-Aranha # 117 (Panini);
Capitão América & Os Vingadores Secretos # 2 (Panini);
Vertigo # 21 (Panini);
Zagor # 125 (Mythos);
Zagor Gigante # 1 (Mythos);
Tex # 500 (Mythos);
Lucky Luke - Dalton City (Cinebook);
Bolinha # 1 (Pixel);
Pato Donald # 2398 (Abril);
Almanaque dos Super-Heróis Disney # 2 (Abril);
Pateta Faz História # 4 (Abril);
Pateta Faz História # 5 (Abril);
Pateta Faz História # 6 (Abril).

Pior: nenhum.


Samir Naliato

Melhores: Batman - Ano Um (Panini);
Lex Luthor - Homem de Aço (Panini);
Preacher - Álamo (Panini);
Os Mortos-Vivos - Volume 5 - A melhor defesa (HQM);
Wonder Woman # 1 (DC Comics);
Action Comics # 1 (DC Comics);
Animal Man # 1 (DC Comics);
Swamp Thing # 1 (DC Comics).

Piores: O.M.A.C # 1 (DC Comics);
Hawk and Dove # 1 (DC Comics).

Eduardo Nasi

Melhores: Les yeux du chat (Les Humanoïdes Associés);
Action Comics # 1 (DC Comics);
Animal Man # 1 (DC Comics);
Quadrinhos IG Jovem (IG);
Optic Nerve # 12 (Drawn & Quarterly);
Pequeno Pirata (Leya / Barba Negra);
MSP Novos 50 - Mauricio de Sousa por 50 Novos Artistas (Panini).

Pior: Hawk and Dove # 1 (DC Comics).

Guilherme Kroll Domingues

Melhores: Encruzilhada (Leya / Barba Negra);
Y - O último homem # 6 - Menina com menina (Panini);
El Eternauta - Edición Clásica (Doedytores);
Necronauta - O almanaque dos mortos (Zarabatana);
Birds (independente).

Piores:
Superman # 1 (DC Comics);
Batman # 1 (DC Comics).


Ricardo Malta Barbeira

Melhores: Os Novos Titãs # 4 (Abril);
Superamigos # 22 (Abril);
Monstro do Pântano # 9 (Abril);
Monstro do Pântano # 10 (Abril);
Homem-Aranha # 113 (Panini).

Pior: Armageddon # 8 (Abril).





Delfin

Melhores: Optic Nerve # 12, de Adrian Tomine (Drawn & Quarterly);
Habibi, de Craig Thompson (Pantheon)
[This is the complete] Humbug (Fantagraphics);
Strange Suspense: The Steve Ditko Archives - Vol. 1 (Fantagraphics);
Stray Toasters [Designer Edition], de Bill Sienkiewicz (Epic);
The Intrepid EscapeGoat: The Curse of the Buddha's Tooth [# 1 of 3] (Th3rd World Studios);
Resurrection Man # 1 (DC Comics);
Action Comics # 1 (DC Comics);
Animal Man # 1 (DC Comics);
Swamp Thing # 1 (DC Comics);
All-Star Western #1 (DC Comics);
Catwoman #1 (DC Comics);
Voodoo #1 (DC Comics);
Aquaman #1 (DC Comics).

Piores: O.M.A.C # 1 (DC Comics);
Hawk and Dove # 1 (DC Comics);
Captain Atom #1 (DC Comics);
Red Lanterns # 1 (DC Comics);
Sukia #1 (EdiFumetto).

Lielson Zeni

Melhores: Taxi (independente);
Preacher - Álamo (Panini);
Daytripper (Panini);
J. Kendall - Aventuras de uma criminóloga # 81 (Mythos);
Mágico Vento # 60 (Mythos).

Piores:
Liga da Justiça # 105 (Panini).

André Sollitto

Melhores: Gen - Pés descalços - Volume 2 (Conrad);
Lex Luthor - Homem de Aço (Panini);
Y - O último homem - Menina com menina (Panini);
Action Comics # 1 (DC Comics);
Animal Man # 1 (DC Comics);
Swamp Thing # 1 (DC Comics);

Piores: O.M.A.C # 1 (DC Comics);
Hawk and Dove # 1 (DC Comics).

Diego Figueira

Melhores: DC + Aventura #3 (Panini);
Jonah Hex –As armas da vingança (Panini);
Jonah Hex - Origens (Panini);
Y – O último homem – Anel da verdade (Panini);
Sergio Aragonés Destrói a DC (Editora Abril);
Batwoman # 1 ( DC Comics).

Pior: Justice League # 1 ( DC Comics).

Liber Paz

Melhores: Os mortos-vivos - Volume 5 - A melhor defesa (HQM);
Superman - O legado das estrelas (Panini);
Fantasmópolis (Ática);
Frequência global - Volume 1 (Panini);
Preacher - Álamo (Panini);
Doutor Estranho - O que está te perturbando, Stephen? (Metal Pesado);
John Constantine - Hellblazer - Origens - Volume 1 – Pecados originais (Panini);
Birds (independente);
Daytripper (Panini).

Pior: Pixu (Devir).

Marcelo Santos Costa

Melhor: DC+ Aventura # 3 (Panini).

Pior: nenhum.

11 comentários:

Eduardo Nasi disse...

E chegou a hora de iluminar a lista com umas observações - até pra ver se os leitores se emocionam e compartilham opiniões também.

Antes de qualquer coisa, queria dizer que, dentro do possível, fiz uma experiência de ler esses quadrinhos novos da DC. Não fui até o fim porque topei com muita coisa ruim no caminho.

O tal do Hawk and Dove é ruim demais e estabelece um novo patamar pra uma HQ ruim. Mas, não fosse por ele, outros títulos da linha New 52 concorreriam ao ponto de pior revista do mês. Títulos como Omac, Red Hood and the Outlaws, Captain Atom, The Fury of Firestorm... Nada disso sequer dar pra ler. Outro que é muito ruim: The Big Lie, do Rick Veitch, de quem eu geralmente gosto.

Outras coisas até são legais, tipo Batwoman, que tem uma arte tão hipnotizante que eu nem lembro sobre o que a história fala.

Mas, no fim, a DC não se impôs como um todo, mas acabei deixando dois títulos mais pra marcar mesmo esse começo. São dois que me empolgaram: Action Comics do Morrison, que é leve e divertido, e Animal Man, porque é um personagem a quem eu acabei me apegando lá atrás - com o Morrison, sim, mas principalmente com o Jamie Delano.

Les yeux du chat é um álbum do Moebius e do Jodorowski que o Carlos Ferreira me comentou há anos. Saiu no Brasil, mas nunca encontrei um à venda. Acabei encontrando uma edição francesa - que, como tem pouco texto, é facinha de ler mesmo pra quem não domina o idioma.

Optic Nerve # 12 é a primeira HQ do Adrian Tomine depois do álbum Shortcomings. É brilhante, e disparado o melhor título entre todos estes. Não entendo por que Tomine continua inédito no Brasil.

Pequeno Pirata é uma delícia. Poesia pura, metáforas fortes, um belo achado da Barba Negra (e nem precisa ser gênio, é só acompanhar o David B.).

MSP Novos 50 é o final de uma trilogia especialíssima. Escrevi a resenha do UHQ apontando uns problemas que encontrei - o mais sincera que podia, como sempre. Depois disso, algumas pessoas vieram me dizer que eu não tinha gostado do álbum, o que não faz o menor sentido. Afinal, o texto elogia a maioria das histórias e só aponta problemas pontuais. Até mesmo a nota é 4, uma que eu só daria pra HQs que eu acho que tem muitos méritos e que valem muito a pena serem lidas. Espero que a menção nessa lista de melhores desfaça essa ideia.

Delfin disse...

Minha vez. Como tem muita coisa este mês, tentarei ser mais sucinto. Let's!

Começando com o Adrian Tomine e seu excepcional Optic Nerve #12. Autoironia, uma narrativa certeira e uma qualidade que só os grandes tem. Tomine já está nesse time seleto.

Habibi. O que falar desse tolete de quase 700 páginas, que devorei em 3 horas e meia (pra, depois, reler com calma -- e ainda estou relendo)? Um Craig Thompson amadurecido, ficcional, pesquisador, que só me deixa ignorante por não entender árabe. É uma imersão a um universo onírico dentro de um presente real e muito duro, com pelo menos dois personagens inesquecíveis. Caminha pra melhor do ano, brincando.

A coleção de Humbug, a revista mais ácida criada por Harvey Kurtzman e seus comparsas, é leitura obrigatória. Uma compreensão avançada de inglês e muito bom humor são necessários para imergir com segurança nessa caixa com dois álbuns que contém diversos textos e tiradas brilhantes, sem nenhum exagero.

Strange Suspense é importante e interessante por mostrar as histórias de Steve Ditko livres do infame selo do Comics Code (recém-libertado pelo CBLFD de sua infâmia, aliás). Criatividade acelerada em dezenas de histórias curtas que começam a contar, cronologicamente, a carreira extra-heroica deste mestre dos quadrinhos.

Stray Toasters é, salvo engano, a estreia de Bill Sienkiewicz assumindo roteiro e arte de uma história. A parábola de amor envolvendo mulher e torradeira ainda soa insana, quando contada assim. Mas é uma história que não envelheceu, tampouco sua arte. Desconhecida da maioria do público, mereceria uma edição nacional apurada.

O Bode Escapatório. Assistido pela pequena múmia da princesa Ísis. Ação. Emoção. Magia. Vai por mim, é uma edição divertidíssima, e lerei o resto.

De resto, o relaunch. Os relatados nos piores são ilegíveis. Red Lanterns é a maior decepção, dispensável mesmo. Ao menos com Hawk & Dove eu dei muitas risadas catando piolho da enormidade de absurdos da arte de Liefeld, que, como amplamente divulgado, desenhou e artefinalizou páginas da história dirigindo seu carro numa estrada (e filmando ao mesmo tempo, gênio supremo!).

Já entre as melhores, tentarei simplificar os motivos. Resurrection Man traz o melhor personagem de Dan Abnett praticamente do ponto em que a série foi cancelada, uma década a trás (e é bom). Action Comics traz ação de ponta a ponta, com qualidade. Animal Man é Jeff Lemire respeitando o personagem, inclusive a controversa termporada final no selo Vertigo, regida por Jamie Delano. Swamp Thing renova o personagem e o terror, com belíssimas arte e cor -- é a revista mais bem escrita do relaunch. All-Star Western continua o ótimo trabalho de Graymiotti com Jonah Hex. Catwoman finalmente exibe a personagem como ela é, sem muitas máscaras (a não ser quando solicitado). Voodoo mostra que a ex-WildC.A.T. passa muito bem sem seus companheiros anabolizados dos anos 90. E Aquaman, assumindo as piadas e o ridículo do personagem, tem tudo para fazer com que o favorito de ninguém se torne o favorito deste relaunch.

Pra terminar, Sukia. Terrorzinho italiano de vampiros meia-boca. Ela chupa o seu sangue. Ela é linda. Você já viu isso antes. Não precisa ver de novo.

Charles disse...

Esse mês foi bom, ótimos lançamentos e algumas coisas que precisam ser relidas volta meia:
Melhores

Combate Inglório - Esse sou obrigado a por no topo. Que gibi! Muito, mas muito, bom! As histórias são muito bem escritas. As artes são perfeitas! Extras muito interessantes e relevantes. Como o Delfin costuma dizer " leitura obrigatória".

Mortos Vivos Vol 5: A melhor defesa - Que a HQM tome jeito até o fim do ano ou encomendo o Compendium. É bom demais, te prende e te deixa desesperado pra ler a continuação.

Y, O Último Homem vol 6: Menina com Menina - Outra série de FC com mundo pós apocaliptico, mas de um jeito muito diferente de mortos vivos. Acho que série estagnou um pouco no esquema de mostrar "como tal ramo ficou sem os homens", mas continua sendo uma leitura muito agradável.

X-Men Noir: Achei muito legal. O final poderia ser um pouco melhor, mas gostei da abordagem dada aos X-Men como sendo humanos sociopatas. Ponto pra panini e seus encadernados capa-dura baratinhos.

Julia Kendall #16 - Melhor edição da criminóla até agora, na minha opinião.

Vigor Mortis Comics- fazia tempo que não lia uma boa história "gore". Nonsense, sangue, humor e horror (oh, o Horror!). Belo trabalho dos autores e da Zarabatana.

O Perfume do Invisível (conrad)- tinha o volume 1 da meribérica, mas valeu a pena a compra da versão integral da Conrad. Tinha receio que, como Clic, a história decairia vertiginosamente na segunda edição, mas gostei bastante. Se bem que, verdade seja dita, álbuns do Manara são lidos pela arte, não pelo roteiro. Mas as vezes ele acerta um mínimo e nos entrega uma história descontraída e divertida.

Arzach - o Moebius me apavora. A arte dele é sensacional, perfeita, detalhadissima, linda, criativa, pontilhada (?)... enfim, pensem em bons adjetivos e incluam a definição "arte de moebius" como um de seus significados. Excelente qualidade do álbum nacional. Torço pelo sucesso da Nemo.

A Boa Sorte de Solano Domingues - Adoro essa história. Muita canalhice, sem soar apelativo ou clichê. Nada de julgamentos morais e politicamente correto, é só uma história muito divertida sobre uma situação muito singular.

Taxi - Enquanto meu Birds não chega, me distraio relendo o álgum anterior de Gustavo Duarte.

Omaha a Stripper - Adoro a editora Conrad, apesar de seus problemas ela tem um ótimo catálogo, que inclui essa edição de Omaha. Uma pena que, como muitas obras aqui no Brasil, não teve continuidade, principalmente por que o final é muito aberto.

Powertrio (devir) - A maneira como foi escrita e contada essa história é que faz toda diferença. Várias peças avulsas que vão se relacionando e juntando formando um quadro maior. Os três desenhistas mandam muito bem. Fico no aguardo da continuação, anunciada no fim do álbum.

Lobo Solitário vol 1 e 2 - recomecei a leitura da obra, que é um dos meus orgulhos na estante. Faz mais de seis anos que não os lia, e essa releitura só está fazendo meu conceito pela obra subir, coisa que eu achava impossível. Não tenho elogio ou comentário que possa representar minha admiração por ela, senão IRRETOCÁVEL.

Pior:
-Storm #4, 5 e 6(ed Abril): A arte de Don Lawrence é ótima, mesmo que um tanto estática. O que ferra essa série é o roteiro e os argumentos, são repletos de cliches, deus ex machina e, socorro, muitos e desnecessários recordatórios. Imaginem um gibi do Alex Ross onde cada quarinho tem um recordatório de três ou quatro linha descrevendo o que tu enxerga neles. Isso é Storm.

Fora os quadrinhos li O Caso de Charles Dexter Ward, do H.P. Lovecraft. Recomendo, outra obra de mestre.

Sidney Gusman disse...

Charles, belas leituras. Mas, pra mim, Perfume do Invisível quase entrou nos piores do mês. Os roteiros inexistem - têm furos a dar com pau.

Vale pela arte do manara e só.

Abraço

Sidney

Yuri disse...

Minhas contribuições senhores:

Como estou lendo o v. 2 das Crônicas de gelo e fogo, A fúria dos reis (e num ritmo bem menor do que gostaria, até porque é ótimo) estou sem muitas leituras de quadrinhos.

Recentemente adquiri um desses tablets e parti para a leitura digital. Por esse meio estou acompanhando Chew, da Image, muito interessante e bizarra a história. Li o primeiro arco, te prende pela esquisitice, pelo (bom) humor e pela arte que serve bem à história. Ainda não é "leitura obrigatória", mas vale acompanhar.

Também estou lendo Girls, dos irmãos Luna. Esse já me cativou. Sou fã do traço e da narrativa (gosto muito de Ultra também). Uma coisa que chama atenção é o uso do "foco" nos desenhos: ora em primeiro, ora em segundo plano.

Gostaria de sugerir ao UHQ uma matéria sobre leitura digital de comics. Acredito que a questão vai além do acesso e do suporte à informação, vejo novas possibilidades de se contar uma história em quadrinhos, sem descaracterizar a mídia. Através do Comixoloy, por exemplo, lemos a história quadro-a-quadro, oue na minha (pouca) experiência com HQs digitais, me pareceu bem melhor do que "navegar" numa página inteira através do monitor, tablet ou celular. Agora imaginem acrescentar alguns elementos como vibrar em determinado quadro, sons, música... Para alguns soa como descaracterização da HQ, mas penso que, se usada de forma sábia, pode ser um elemento agregador, tal qual o som e as cores forma no cinema; ou ainda como as novas formas de impressão foram para a literatura (livros como Cabeça tubarão, penso que não seriam impressos como foram tempos atrás).

Já nos quadrinhos impressos, apesar de ter comprado muita coisa, não li quase nada.

Mas tem um que sempre consigo arranjar tempo pra ler: Walking Dead. Desenvolvimento de personagens, construção de clima e narrativa, desenhos incríveis. Faltam adjetivos.

E reli as edições lançada no Brasil de os Invisíveis. O que só me deixa puto com a Panini por não dar seguimento à série...

Bem, ficou extenso... Um abraço!

Andi disse...

Onde vocês conseguem álbuns europeus? Sou fascinado pela arte européia nos quadrinhos.
Na Amazon encontro alguns... Mas, se puderem me indicar alguma loja ou site ficaria muito grato.

Abs!

Thiago disse...

ola, tive oportunidade de ler este mês, duas obras sensacionais, Déogratias do Stassen e Muchacho vol.1 e 2 do Lepage, ambas Ficção ambientalizadas em momentos historicos(massacre em Ruanda; ditadura em Somoza Nicaragua, respectivamente), e contadas de forma magistral, e qualidade ìmpar!

abs!!

Fabrício disse...

Andi, se você está se referindo ao Sérgio Codespoti, ele mora na Europa (não sei bem aonde) e compra direto na "fonte".

Hunter disse...

Codespoti mora em Luxemburgo.

Para comprar HQs europeias, a solução mais interessante no Brasil é encomendar pela Amazon italiana. Tem todas as HQs disponíveis nas livrarias italianas (relativamente poucas, na Itália os quadrinhos ainda são vendidos majoritariamente nas bancas) e todas as francesas.

A vantagem sobre as Amazon francesa e inglesa é que a italiana cobra apenas um valor fixo para encomendas no Brasil. Qualquer número de livros (até um milhão!) paga apenas 14 euros por encomenda de postagem! É a postagem mais barata de qualquer site europeu para o Brasil que eu conheço!

Charles disse...

Sou obrigado a comentar, já que vivemos reclamando e implorando por um novo volume:
SEXTO VOLUME DOS MORTOS VIVOS, em menos de três meses após o quinto! Dessa vez a HQM mandou bem. Será que conseguem manter o pique e publicar o próximo até dezembro, e seguir como bimenstral? Tô torcendo que dê certo. Até porque esses volumes da HQM são muito caprichados e a única falha deles é a demora com que foram publicados. Espero que com uma periodicidade decente mais gente se contamine e entre pra horda dos consumidores dessa série.

Vivas, também, pra Mythos, Conan, Ed Histórica, Conan: O Colosso Negro e Hellboy: a Caçada Selvagem.

Quadrinhos na Cia mandou bem com Astelios Polip.

E por fim, excelente surpresa que a Devir nos fez com a republicação de Dreadstar.

Ótimo fim de ano. Sem contar o que as outras editoras estão trazendo também.

Fabrício disse...

Valeu a dica, Hunter!

Só falta aprender a falar francês agora hehehe