02 novembro 2006

Parabéns, Steve Ditko!

Hoje é o aniversário de um dos maiores nomes da história dos quadrinhos. Steve Ditko, co-criador do Homem-Aranha, está completando 79 anos de vida.

Ditko fez muitos trabalhos pra Marvel, concebendo diversos personagens (como o Dr. Octopus, Abutre e outros), mas também deixou sua marca na DC Comics, criando super-heróis como o Rastejante e a dupla Rapina e Columba.

Recentemente, uma excelente matéria na revista Wizard Brasil contou mais sobre o artista. O mestre é um tipo recluso e avesso a badalações. Conseguir uma foto atual dele, por exemplo, é trabalho pra um superpaparazzo.

Mas tá cheio de referência a ele na internet. Basta fazer uma procura e conhecer o que for possível sobre Steve Ditko e sua arte inconfundível.



01 novembro 2006

Relembrando

Uma das poucas HQs do Batman de relativo sucesso e que ainda não deu sinal de que terá uma republicação é O Messias, minissérie em quatro edições publicada pela Editora Abril em 1989.

Na trama, com argumento de Jim Starlin e desenhos do ótimo Berni Wrightson, o Homem-Morcego é capturado por um diácono, um maluco que quer dominar Gotham, e quase o consegue.

Ele “quebra” o Batman, com tortura, drogas e lavagem cerebral. Mas, com o apoio de Robin (quem mais?), o morcegão volta para a contenda, trazendo ainda um batmóvel pra lá de irado, possível eco de O Cavaleiro das Trevas, do Miller.
Divertidos são os sonhos de um herói pra lá de chapado, nos quais ele se livra de seus maiores inimigos, sem dó nem piedade. Confira nas imagens como seria fácil para o Batman acabar em definitivo com dois de seus maiores problemas!

31 outubro 2006

Fúria assassina

Wolverine é o melhor no que faz.

Ele criou um blog, e queria fazer uma postagem.

Porém, durante praticamente um dia inteiro, o provedor do dito cujo não aceitou inserção de imagens.

O carismático mutante, capa de cinco em cada quatro revistas de super-heróis, ficou de saco cheio. Descobriu o local onde hospedavam seu novíssimo blog. Fez o que sabe fazer melhor e não sobrou ninguém pra contar história.

Voltando ao mundo real, vontade é que não falta. Se permitirem, amanhã colocarei um post decente por aqui. Porque hoje está extremamente complicado.

28 outubro 2006

Amadora está sensacional

Agora é quase meia-noite aqui em Amadora, Portugal. Acabamos de chegar do jantar e só agora tive chance de escrever minhas primeiras impressões sobre o festival.

Olha o cartazinho no prédio do festivalAutores de diversos países do mundo (os jantares e almoços têm sido divertidas e prazerosas confraternizações entre profissionais de vários países e estilos muito diferentes), exposições belíssimas e muito bem distribuídas, placas e luminosos divulgando o evento pela cidade, prêmios para os melhores do ano e (o mais legal) para novos autores e crianças de diversas idades, palestras e muita coisa boa para se comprar. Não bastasse tudo isso, o pessoal da organização é de uma atenção incrível.

Foi neste jantar a festa-surpresa para o MauricioEstou acompanhando o Mauricio em todas as entrevistas que ele tem dado. Impressionante como o povo português o idolatra. Na sexta-feira, foi aniversário dele e houve até bolo e festa-surpresa no restaurante, com direito a Parabéns a você em vários idiomas.

Uma das várias e caprichadas mostras do eventoQuanto ao evento em si, ainda não consegui ver todas as exposições com a atenção que gostaria, mas é de cair o queixo a da América Latina (a parte dedicada ao Brasil deixa a desejar, pois faltou muita gente boa).

Cerca de dez autores autografaram juntos...
...mas a fila do Mauricio, como esperado, era sempre maior
Hoje, enquanto o Mauricio encarava três horas de autógrafos junto com outros artistas (mas a fila do "pai" da Turma da Mônica era, de longe, a maior), consegui dar uma volta mais cuidadosa. E outra que chama a atenção é a da série de dez álbuns Decálogo, escrita por Frank Giroud, com desenhos de dez artistas diferentes. Cada tomo tem a trama ligada a um dos mandamentos. Instigante, no mínimo. E a mostra tem um totem para cada capítulo, com o livro exposto e uma maquete de uma cena marcante da edição. Giro, como dizem por aqui!

Um dos lados da exposição de Decálogo
Essas maquetes dão um charme especial a cada álbum retratado na mostra
Outra coisa que já tenho certeza é de que terei um enoooorme rombo na minha conta, pois é impossível perder algumas chances que há por aqui. Há muita coisa com descontos bem bacanas e ainda contei com as dicas de meu amigo Pedro “Hunter” Bouça, que mora em Portugal. No estande da Asa, a maior editora portuguesa, há promoções do tipo "Leve 3 e pague 2"; e com materiais como O Escorpião, Gipsy, Rapaces, Decálogo, álbuns do Enki Bilal e outros. Tudo em capa dura, papel de luxo, com preço variando entre 10 e 12,40 euros.

Uma das tentadoras estantes de ofertas da Asa
Olha a qualidade gráfica desses álbuns
Melhor: há álbuns a 5 e 3 euros! Coisas como Ken Parker, colorido e em formato gigante, livros do Manara e outros filés que só saíram no mercado europeu. Simplesmente irresistível. Sorte que o Mauricio também vai fazer uma “feira” e despacharemos tudo para o Brasil, senão o excesso de bagagem seria líquido e certo.

Estande da Polvo. Olhe no alto um dos livros do Peanuts completo
Para fãs do Tintim, este estande é o paraíso... ou a perdiçãoE ainda há as outras editoras, como Devir (hoje conheci o José de Freitas, diretor aqui, que é simpaticíssimo), Polvo (os caras estão lançando aqui o Peanuts completo - os dois primeiros, tremendos bitelões, estão por 42 euros), Vitamina BD (também com ótimos títulos como Senda, por exemplo) e outras, como a Loja Tintim, que tem livros e produtos diversos da criação máxima de Hergé.

Depois farei uma matéria completa sobre o 17º Festival Internacional de Banda Desenhada de Amadora, mas pelas primeiras impressões fica fácil saber por que ele é, hoje, um dos cinco principais eventos dedicados aos quadrinhos do Velho Continente. Merecido reconhecimento, sem dúvida.
Broches valiosos

Tá vendo esses bottons da Marvel? Meio toscos, não? Só que essas peças são bem valiosas.

A coleção, datada dos anos 1960, foi arrematada em um leilão nos Estados Unidos por nada menos que US$ 3,300.

Pois é, nada como ter muita grana sobrando pra gastar com esses supérfluos que tanto amamos.

27 outubro 2006

Sê-lo ou não sê-lo

Ontem a Marvel divulgou essa imagem da bela coleção de selos postais que serão lançados em julho do próximo ano, nos Estados Unidos.

É de dar água na boca! Nem sei quais são os melhores: esses ou os da DC, lançados há poucos meses.

Como filatelista de carteirinha (embora há uns três anos sem adicionar mais nada na coleção), já coloquei esses itens na minha mira, até porque de personagens dos quadrinhos eu só tenho uma série da Disney, que ganhei de presente em 1982.

Grandes momentos dos quadrinhos (2)

Pois é.

Não fugindo do óbvio ululante para os leitores de HQs, O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, é uma obra que, em sua totalidade, deve ser chamada de “grande momento dos quadrinhos”.

Batman, nervoso!Página sim, página não, fui surpreendido (e quem não foi?) por tomadas inusitadas e diálogos fortes, densos, bem elaborados. Todos que leram, em especial na época do lançamento, sabem do diferencial que essa HQ representou.

Uma virada na história dessa forma de arte, sem dúvida. De toda maneira, segue um momento que curti muito:

O Homem-Morcego, depois de ter levado uma surra homérica do líder dos mutantes, resolve enfrentar novamente o vilão. Mas, agora, a luta será nos termos do Cavaleiro das Trevas...

Como o herói afirma, em meio à contenda no lamaçal: “Você ainda não entendeu. Isso não é uma fossa... é uma mesa de operação... e eu sou o cirurgião!”.

Adrenalina pura. Dá-lhe, Batman!

26 outubro 2006

Grandes momentos dos quadrinhos (1)

Vou númerar este tópico, porque vai ter muita coisa pra postar aqui, aos poucos. Vamos lá.

Retirado da história O que aconteceu com o Homem de Aço?, com roteiro de Alan Moore, publicada em Superpowers #21 (Editora Abril), republicada como Super-Homem: O Adeus (Opera Graphica) e que voltará a sair no aguardado especial com histórias de Moore, pela Panini Comics.

Super x BizarroEm determinado momento da trama, Super-Homem encontra seu “oposto”, o Bizarro, que está provocando destruição e machucando pessoas. O estranho ser afirma ao Homem de Aço que, por ele ser uma réplica imperfeita do Azulão, queria agora passar a ser uma duplicata “imperfeita perfeita”.

Para tanto, se o planeta do Super explodiu por acidente e ele chegou ao planeta Terra quando bebê, Bizarro explode o próprio mundo de propósito e chega a Terra já adulto. O Super preza a vida? Então, Bizarro provoca muitas mortes.

Por fim, o Super está vivo... Bizarro conclui que ele próprio deveria estar morto! Ele localiza Kriptonita Azul e se suicida.

Bizarro morre enquanto balbucia “Olá, Super-Homem! Olá!”.

Sensacional.

Coisas de Alan Moore!

25 outubro 2006

De malas prontas

Amanhã à tarde, embarco junto com o (agora meu chefe) Mauricio de Sousa para o 17º Festival Internacional de Banda Desenhada de Amadora, em Portugal.

Contam com a minha presença? Então, aí vou eu!Ficarei por lá até o final do evento e só retorno ao Brasil no dia 2 de novembro. E, claro, farei uma(s) matéria(s) caprichada(s) para o Universo HQ.

Para saber mais sobre esta edição do FIBDA, confira esta notícia no Universo HQ.

Como certamente voltarei carregado de álbuns (Rapaces, O Escorpião e Gipsy, todos desenhados pelo excelente Enrico Marini encabeçam a lista), já estou preparado para o excesso de bagagem e o rombo no meu cartão de crédito! Mas quem se importa? É uma oportunidade imperdível! E tratarei de aproveitá-la.

E fique de olho também neste blog. Quem sabe não coloco uns posts direto de Portugal? ;-)
Por Tutatis! Por Rao! Superman e... Asterix?

Esta eu peguei na seção de cartas da Mundo dos Super-Heróis # 2, da Europa. A mensagem foi escrita pelo leitor César Leal e confesso que desconhecia a história.

Não adianta se esforçar, Super, o grandão atrás de você caiu num certo caldeirão quando era bebê...Na revista Action Comics 579, de maio de 1986, enquanto a reformulação do Superman por John Byrne já rolava solta, saiu uma aventura tipicamente pré-Crise nas Infinitas Terras, inédita no Brasil: o Homem de Aço encontra Asterix e Obelix!

Depois de ler a carta do César, fui pesquisar um pouco mais e descobri que, após uma viagem no tempo, o Super vai parar numa aldeia bem parecida com a dos gauleses criados por René Goscinny (texto) e Albert Uderzo (arte) em 1959.

O Superman vira Superix e contracena com Asterix (cujo nome não é citado na HQ), Columnix (Obelix), Picturix (Panoramix), Prefix (Idéiafix), Chefe Flipmybix (Abracurcix) e o vilão Prolifix. Jimmy Olsen também participa.

A HQ, intitulada Prisoners of the Time (Prisioneiros do Tempo) foi escrita por Jean-Marc Lofficier e Randy Lofficier (que assinaram R.J.M. Lofficier), desenhada por Keith Giffen, arte-finalizada por Bob Oksner e colorizada por Gene D'Angelo. Neste link tem umas páginas originais sendo vendidas. Vale conferir.

O Superman chega a levar uma bifa daquelas do "Obelix" e sai voando como um legítimo legionário romano. :-)

Nem sei se a história é legal, mas, por Tutatis e por Rao, foi uma bela homenagem!

24 outubro 2006

Dos arquivos do UHQ... "Fumo neles, Tex!"

Vai um cigarrinho de palha aí, Tex?No dia 5 de janeiro de 2007, o Universo HQ completará sete anos no ar. E como o número de leitores cresce a cada dia, achei legal resgatar coisas pitorescas que passaram pelo site nesse tempo todo.

Pra começar, uma notícia que escrevi em dezembro de 2001: uma fábrica de Goiânia que produzia o cigarro de palha Palheiros de Piracanjuba estava usando o cowboy Tex como garoto-propaganda nos maços. E, claro, nem sonhou em pedir autorização para a Sergio Bonelli Editore. Foi na cara-dura mesmo!

A capa original de onde a arte foi retiradaO ranger aparecia segurando um maço na mão um esquerda e com um cigarro na boca. Pequenino detalhe: a arte foi adulterada da capa de Tex # 354, da Mythos.

Na Itália, o personagem deixou de fumar há tempos, por causa daquele papo de não dar maus exemplos pros leitores, manja?

Só que Julio Schneider, além de fã de Tex, amigo pessoal de Sergio Bonelli e consultor e tradutor da Mythos, é advogado. E foi atrás da tal empresa, representando os interesses de seus clientes.

Resultado: no final de fevereiro de 2002, para não arcar com um processo daqueles, o fabricante do Piracanjuba alterou o visual das embalagens, divulgou um pedido formal de desculpas (registrado em cartório), esclarecendo a atitude incorreta de seu departamento de marketing, e publicou um comunicado no jornal Diário de S.Paulo, esclarecendo que a utilização da imagem de Tex foi indevida e não-autorizada. Leia com detalhes aqui.

Depois dessa, meu amigo Julio Schneider definitivamente se tornou um pard de Tex. Afinal, quando os dois se juntam, é "fumo neles"! :-)

23 outubro 2006

Ah, a puberdade...

Tia May é testemunha do momento sublime em que Peter Parker se torna um rapazinho.

Um morcego de mão amarela

Os Superamigos estão reunidos na Sala de Justiça quando, de repente, Robin sente que há algo estranho ar.

Nessa horas, nunca aparece o culpado, e a expressão de "não fui eu" fica estampada como um carimbo na testa dos heróis. E como há poucas coisas no mundo que fedem mais que peixe fora d'água, o principal suspeito seria Aquaman.

Mas há certas coisas que ninguém consegue esconder. E até mesmo Batman é traído pelo seu semblante cínico e sem-vergonha. Veja a chocante constatação no close abaixo:

22 outubro 2006

Uma coleção sem limites

Eu sou absolutamente fissurado por todos os desenhos animated da Warner, especialmente Batman e Liga da Justiça.

Apesar de não ser um colecionador fanático de bonecos (ou action-figures, como preferem alguns), tenho a da série do Morcego quase completa (falta a Hera Venenosa), que já postei aqui, e estou tentando de todas completar a da Liga da Justiça sem Limites.

Confira abaixo minha coleção - hoje são 21 integrantes da equipe. Note numa das fotos, ao fundo, Sandman, o Mestre dos Sonhos, que está lá por ser um de meus quadrinhos favoritos.

O duro é que para completar, é preciso comprar kits com personagens que já tenho. Aí, tome Superman e Batman pros meus filhos e sobrinhos.

E ainda faltam: Arqueiro Verde, Canário Negro, Átomo, Zatanna, Doutora Luz, Supermoça, Orion, Cavaleiro Andante, Vigilante e os Lanternas Verdes Tomar-Re, Kilowog, Katma Tui, Kyle Rayner e Arkis Chummuck.

Isso sem contar as versões de Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Caçador de Marte, Flash, Lanterna Verde e Mulher-Gavião do futuro. E os vilões!

Ou seja, é rezar pra encontrar todos antes que saiam de linha. E haja grana!

Batman, Aço, Mulher-Gavião e Superman

Soviete Supremo (não sei se este ainda é o nome dele), Mulher-Maravilha, Tempus, Vixen e Gladiador Dourado

Pantera, Lanterna Verde, Flash e Caçador de Marte

Azteca, Columba, Senhor Destino e Rapina

Esmaga-Átomo, Starman, Metamorfo e Aquaman, ao fundo Lorde Morpheus

20 outubro 2006

Santa Camisa de Vênus, Batman!

Capa do CD PlugadoPode parar, seu pervertido! Pensou que essa frase tivesse sido dita pelo Menino-Prodígio, num momento íntimo com "alguém" na batcaverna? Negativo! Isso não passa de intriga da oposição!

Batman, seu celular está no Vibra Call?Este post é sobre uma das curiosidades mais legais que levantei sobre o Morcagão quando escrevi o livro 100 Respostas sobre Batman, para a Mundo Estranho, da Editora Abril: uma música gravada pelo Camisa de Vênus, grupo de rock liderado por Marcelo Nova, chamada Gotham City. Foi em 1995, no CD Plugado, mas o Batman não aparece na letra.

Na verdade, a música foi apresentada pela primeira vez ao público em 1969, no IV Festival Internacional da Canção da Rede Globo e recebeu uma vaia monumental.

Seu autor Jards Macalé era considerado um “maldito” por suas canções contra a ditadura militar e usou o nome da cidade do Morcego para tecer uma crítica à arquitetura urbana que florescia naquele período. Confira a letra abaixo.

Aos 15 anos eu nasci em Gotham City
E era um céu alaranjado em Gotham City
Caçavam bruxas nos telhados em Gotham City
No dia da Independência Nacional
(Refrão)
Cuidado! Há um morcego na porta principal
Cuidado! Há um abismo na porta principal
Eu fiz um quarto bem vermelho aqui em Gotham City
Sobre os muros altos da tradição em Gotham City
No cinto de utilidades as verdades Deus ajuda
A quem cedo madruga em Gotham City
No céu de Gotham City há um sinal
Sistema elétrico e nervoso contra o mal
Tem um sambinha, tem futebol e tem carnaval
Todos estão dormindo em Gotham City
Os mortos-vivos perambulam aqui em Gotham City
Agora vivo o que eu vivo em Gotham City
Chegou a hora da verdade em Gotham City
E a saída é a porta principal


Na versão do Camisa de Vênus, após o refrão é executada a música-tema do seriado do Batman.
Ultimate trailer

Pra comemorar a centésima edição de Ultimate Spiderman, a Marvel divulgou dois trailers muito bacanas.

Tá, tem a ver com uma tal... hã... Saga do Clone, mas as imagens estão legais.

Aliás, bem que podiam disponibilizar os arquivos pra download. Seguem os links:

Vídeo 1.

Vídeo 2.
Novas Resenhas

ZeroTá fazendo o quê aqui?

Corre no Universo HQ, que acabaram de entrar 12 novas resenhas no ar.

Eu comentei algumas edições da linha Top Cow (Panini), além do lindo álbum do Recruta Zero.

Por enquanto é isso. Boa leitura!
Aí, hein, Mickey?

A orgia na Disneylândia de Paris deu o que falar. Mas o precedente desse episódio aconteceu no gibi Minnie # 2, lançado pela Editora Abril em outubro de 2004.

Olha só o que o Mickey tá propondo, logo na primeira página:

19 outubro 2006

Uma grande equipe de super-heróis

Taí um grupo de heróis que não dá margem pra meios-termos: ou você ama ou odeia os Thunderbolts.

Confesso que eu me encaixo na primeira opção. Como já foi dito por aí, as aventuras dos T-Bolts são histórias em quadrinhos de super-heróis com cara de histórias em quadrinhos de super-heróis. Daquelas as quais eu me acostumei a ler na infância e que deixaram saudades.

E tem sido um prazer encontrar mensalmente a equipe nas páginas de Universo Marvel. O roteiro simples (heróis na porrada com vilões a cada três páginas), desenhos nada realistas e colorização sem muita frescura de efeitos. Ou seja, o básico que, a mim, faz falta nos quadrinhos de super-heróis da atualidade, salvo raras e honrosas exceções. E, cá pra nós, curto bastante o conceito de vilões que se transformam em mocinhos (até hoje não aceito o fato de o Homem-Areia voltar a ser um bandido escroto).

Fui um dos que espernearam quando os persoangens deixaram as bancas brasileiras, ainda na época da Abril, e agora posso dizer que a espera pelo retorno dos T-Bolts valeu a pena.

Considero bem empolgante a fase atual desses instigantes super-heróis, e tudo o que quero é que muitos leitores pensem o mesmo, pra que os Thunderbolts continuem sendo publicados por bastante tempo no Brasil.

A sorte está lançada.
Enquanto isso, na floresta...